Arquivo de julho, 2010

…e agora fiquei com a impressão de que falei quando deveria calar… perguntei quando deveria pensar… ofereci quando devia pedir, e pedi quando deveria oferecer.

Agora é hora de mudar. É tempo de realizar mais uma mudança.

Ao longo do tempo que eu venho escrevendo aqui, fiz várias mudanças no meu modo de agir, de me relacionar com a realidade. Essa é mais uma… talvez uma das últimas de uma série de importantes mudanças.

Comedimento. Essa é a palavra.

Nem todos os detalhes precisam ser expostos.

Nem todas as histórias precisam ser contadas.

Nem todas as impressões precisam ser explicitadas.

Nem todos os segredos devem ser compartilhados, por mais próximo que seja o router do servidor.

7 caos… seis deles enfrentados, seis vencidos. Há ainda um para enfrentar, mas este é somente mais um pequeno desafio. Coisa pouca perto do que já passou.

Então, este é quase “o novo eu”. Não tem explicação. Não tem justificativa. É o que é, e ponto final.

Como eu disse lá em cima… não se preocupe em tentar entender, sou complicado demais para isso.

…e agora fiquei com a impressão de que falei quando deveria calar… perguntei 

quando deveria pensar… ofereci quando devia pedir, e pedi quando deveria

oferecer.

Agora é hora de mudar. É tempo de realizar mais uma mudança.

Ao longo do tempo que eu venho escrevendo aqui, fiz várias mudanças no meu modo

de agir, de me relacionar com a realidade. Essa é mais uma… talvez uma das

últimas de uma série de importantes mudanças.

Comedimento. Essa é a palavra.

Nem todos os detalhes precisam ser expostos.

Nem todas as histórias precisam ser contadas.

Nem todas as impressões precisam ser explicitadas.

Nem todos os segredos devem ser compartilhados, por mais próximo que seja o

router do servidor.

7 caos… seis deles enfrentados, seis vencidos.

Há ainda um para enfrentar, mas este é somente mais um pequeno desafio. Coisa

pouca perto do que já passou.

Então, este é quase “o novo eu”. Não tem explicação. Não tem justificativa. É o

que é, e ponto final.

Como eu disse lá em cima… não se preocupe em tentar entender, sou complicado

demais para isso.

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O que é a amizade? Por acaso seria um laço afetivo que une uma pessoa a outra, sem conotação sexual, sem envolvimento corporal, por tempo indeterminado? Seria o amigo aquele cara que estaria disponível para te ajudar da forma que melhor conseguisse e independente do momento em que fosse solicitado?

Com base nisso, já notou como existem pessoas que tem a aparência de amigo, mas na verdade não são?

Olhe para os lados, visualize seus amigos e faça a seguinte pergunta: com qual deles eu tenho certeza de que posso contar? Qual deles me abrigaria em sua casa se fosse necessário? Qual deles atenderia um pedido meu num momento de desespero?

Mas tome cuidado, por que a resposta que você obterá pode ser aterrorizadora.

Eu descobri que tenho muito menos amigos do que pensava ter.

Por mais que eu quisesse, e por mais tentadora que a proposta possa parecer, eu não posso medir o mundo conforme a minha medida….

Não posso esperar um telefonema que só eu daria… ou um carinho que só eu faria… ou um beijo na hora certa.

E por ser assim, eu acabo pagando um preço bastante alto… porque me decepciono quando espero uma determinada reação de certa pessoa e ela não a concretiza.

Já fui muito pior, claro. Hoje já não espero mais tanto. O máximo que espero é fazer uma boa amizade. O que rolar além disso, é lucro.

Mas o fato é que alguns valores se inverteram no mundo atual, e por causa disso eu tive que me inverter, envergar, me quebrar e refazer de novo também.

Já notaram como o que antes era chamado romantismo, hoje foi sarcasticamente taxado como “grudentismo”? Bom, para quem não conhece, o grudentismo é um movimento encabeçado por todos os chicletes [no meu caso, mini-chicletes! hahahah].

Para ser taxado como chiclete, basta que você se considere romântico. Simples assim.

Gosta de telefonar para o seu namorado para dizer que se lembrou dele e ficou com saudades? Chiclete!

Gosta de passar a noite dormindo agarrado? Chiclete!

Gosta de ficar de mãos dadas, ou pelo menos encostar um pouquinho mais a perna, ou ainda fazer um carinho sempre que tem oportunidade? Chiclete!

Gosta de beijar muito [essa é nova para mim, soube agora há pouco]? Chiclete você, hein???!

É mais ou menos por aí… Na verdade, eu acho que esse lance é coisa de gente mal amada, saca? Aquele povo que nunca amou de verdade, nunca sentiu aquele calafrio só de pensar na pessoa amada… Talvez eles só não saibam o que é, de fato, estar apaixonado por alguém.

Obviamente, ninguém gosta de um cara efetivamente chicletão. Mas o que seria uma pessoa assim? Simples definir também: alguém que manda 37 torpedos por dia para você, ou que te liga 8 vezes por dia, ou que tem o péssimo hábito de aparecer em locais que você está e não faz a menor idéia de que a pessoa vá aparecer, mas mesmo assim, ela aparece! [isso merece: inferno, angústia!].

Por essas e por outras, meus caros, que eu e minha mão estamos nos conhecendo mais a fundo ultimamente… e sinceramente, é o melhor sexo que eu já tive nos últimos tempos! Se eu soubesse que era tão bom, teria começado muuuuito antes!!!

Então… [é costume começar pela conclusão? kkk]

Alguém uma vez me perguntou por que eu falo “inferno, angústia”, quando alguma merda acontece.

Pois bem, esse é meu bordão, de verdade. E ele nasceu quando vi, no último episódio da série “Os Aspones”, a personagem da Drica Moraes ficar nervosa com outro personagem [Tales] e sair do cenário desabafando “…angústia!”. Nada de mais, mas ela falou aquela palavra com tanto pesar, transmitindo tanta frustração, que meus olhos chegaram a brilhar naquele instante.

Eu sabia exatamente o que a personagem estava sentindo, porque passei por vários momentos assim [e você também, acredito]. Sabe aqueles momentos em que você é sacaneado por alguém ou por alguma situação de uma forma tão foda que você não consegue fazer nada contra, não tem o que fazer para reverter aquilo, e a sua única opção é aceitar o que aconteceu e submeter-se às suas implicações? É nesse momento que sái a expressão “angústia!” vinda lá da alma.

É tipo um “foda-se” que você dá a si mesmo. Por que o foda-se é um “cala a boca e aceita” ou “não estou nem aí” que você dá a outra pessoa… o “angústia” é um “sentimento para dentro”. Mais ou menos isso.

E o inferno?

Ah, o inferno é mais fácil. É aquela situação de angústia, mas com um diferencial: você pode reagir, e fazendo isso, vai aumentar o caos. Aliás, “caos” é uma palavra que resume bem a situação infernal que você pode se encontrar. Verifique se a situação é caótica. Se for, pode inflar os pulmões e soltar um “inferno!” bem alto.

Mas se a situação for tão ruim que você só possa aceitá-la, mas mesmo assim você decide reagir mesmo sabendo que pode piorá-la, então é um “inferno, angústia!”. É o equivalente a chutar o pau da barraca mesmo… tipo assim: to fudido mesmo, então que tudo se dane!

Agora que você já sabe, foi uma angústia ter que parar para escrever isso… e um pouco de inferno também! kkkkk

Esse é mais um post sobre coisas da natureza humana que só pude analisar viajando de ônibus [não ria].
Mas é curioso como às vezes o ambiente do ônibus parece um terreno fértil para certas análises… Durante a viagem, algumas pessoas parecem interpretar, cada uma, um papel que representa um resumo da sua personalidade.

 

Eu, por exemplo, fico mais quieto, porque [embora esteja mudando isso aos poucos] sou mais tímido, introspectivo mesmo. E ficando quieto no meu cantinho, consigo observar as pessoas.
Pego o mesmo ônibus quase todo dia, com quase as mesmas pessoas. Entre elas, tem um senhor [idoso já] que adora “pegar alguém para Cristo” kkkkkkkkkk. Sempre que entra no ônibus, se não encontra seus conhecidos, espera até o momento que alguém cruze o olhar com ele [eu sempre evito]. Quando isso acontece, pronto! Começa a “monologar”… Não interessa o que você tem a dizer, o que pensa sobre o assunto que ele está falando, e nem seja besta o suficiente para tentar mudar o assunto, pois ele vai te ignorar e continuar falando, ainda que você pare de olhar para ele e fique prestando atenção na paisagem [já vi muita gente fazer isso]. Resumindo: é um inferno [aliás, inferno com uma pitada de angústia!].

 

Hoje de manhã, minha mãe me acompanhou até o ponto de ônibus. Ficamos em dúvida se o ônibus já tinha passado, e ela, verificando que esse senhor estava no ponto, teve a brilhante [para não dizer o contrário] ideia [nova gramática, eca!] de ir perguntar a ele. Tive que fazer um esforço para convencê-la do contrário, o que levou um tempo suficiente para o ônibus chegar [graças a Deus, evitei criar o primeiro vínculo com ele… kkkk].

 

Bom, eu já sei que sou chato o suficiente para ficar ‘analisando’ as pessoas [essa atitude me lembra alguém], mas puta-que-pariu! Aquele cara é muito chato! Chato ao ponto de querer saber porque motivo as pessoas com quem conversa decidiram descer num ponto diferente do comum [não é uma pergunta simples, ele exige saber, chega a ser constrangedor].

 

Enfim, achei alguém mais chato do que eu.

“…e é por isso que eu nunca vou deixar você.”

Essa frase, por mais linda que seja, acabou de me causar uma sensação muito estranha. Aliás, tudo o que aconteceu nesses três segundos foi muito esquisito.

Do momento que li essa frase, até decidir que tinha que escrever isso aqui, milhões de coisas passaram pela minha cabeça.

Primeiro, pensei sobre relacionamentos em geral. Sobre como nos apegamos às pessoas, e como nos sentimos dependentes delas.

Pensei no quanto eu fui dependente, apegado, cego, rastejante do tipo que se humilha por quem eu amava. Vai dizer que você nunca sentiu nada disso por ninguém? Nossa, essa sensação é terrível. Quer uma amostra? Namore, ame bastante e, de repente, brigue.

Aí começa o inferno.

Você será capaz de dormir na mesma cama, um virado para cada lado, se sentindo péssimo, mas ninguém dará o braço a torcer [a menos que você namore alguém que tem sangue de barata].

Mas, voltando à frase. Depois que pensei [e lembrei] em tudo isso, senti asco, nojo, estômago revoltado.

Por que será?

Algo aconteceu comigo… Venho batendo nessa tecla aqui há algum tempo.

Não tenho mais paciência para relacionamentos dominadores [aqueles no qual há sempre alguém que é ‘subordinado’ ao outro]. Não quero mais me sentir preso, desrespeitado, colocado em segundo plano, enfim. Chega né?

Agora, não compreendo como alguém pode acreditar numa frase dessas. Eu já acreditei, e porque constatei que se trata de uma IMENSA MENTIRA, hoje me pergunto se tem algo errado comigo ou se o erro é de quem ouve isso e leva fé.

Ninguém fica com ninguém para o resto da vida!

E você pode perguntar: “mas e o amor de mãe??”. Bullshit! Não existe amor inabalável, a não ser o de Deus, claro!

Mas veja bem… se você acredita no lance do ‘amor de mãe’, pense naquelas mães que parem e jogam os filhos no rio, enrolados num saco de lixo. Sim, queira você ou não, elas são mães, sim!

Agora, vem uma pessoa doida, do nada e diz isso pra você. E você acredita que ela não vai te abandonar? Claro que vai! Ninguém aguenta ficar uma vida inteira ao lado da outra…

Pensamento totalmente pessimista, sim. Mas é a realidade. Eu prefiro ser chamado de pessimista do que viver num mundo cheio de cores, cheio de ilusões, e de promessas que certamente não serão cumpridas.

Mas tem gente que gosta de ouvir mentiras [e acreditar nelas]. Tal como no filme* “a ignorância é maravilhosa!”.

* Matrix.

Vamos lá… em primeiro lugar, não posso deixar de registrar aqui minha satisfação com o desfecho dessa Copa do Mundo. Calma, não fique irado. Estou feliz por que a seleção perdeu o jogo, sim. Preste bastante atenção: foi a seleção que perdeu, e não o Brasil. Aliás, o Brasil só tem a ganhar com o fim da Copa [para nós]. Voltemos, meus caros, à vida normal! Voltemos a prestar atenção no que o Congresso Nacional apronta! A ilusão de ter mais um título, mais uma estrela bordada na camisa é chata de se perder, eu entendo. Mas já se perguntou o que os políticos fazem toda vez que voltamos toda a nossa atenção para coisas como copa do mundo, olimpíadas, desfile de escolas de samba [eca, com todo o respeito]?

Bom, outro motivo que me deixa muito feliz por ter acabado a torcida pelo “Brasil”, é o fim daquela bagunça infernal. Na minha rua, por exemplo, ficam uns infelizes com carro de som, tocando tudo que [não] tem direito: funk, axé, e por aí vai…

O lance da música eu até respeito, porque cada um gosta de um estilo [eu me amarro em música pop japonesa, por exemplo]. Mas acho que a coisa esbarra na falta de respeito a partir do momento que eu sou obrigado a ouvir uma música que eu não gosto [eu não obrigo ninguém a ouvir música celta, que eu também me amarro].

E o pior, o que mais me revolta é que quando minha mãe foi, com toda a gentileza, pedir para abaixarem um pouco o som, porque eu estava ardendo de febre [40°C], passando muito mal, adivinha o que fizeram??? Velho… AGREDIRAM MINHA MÃE FISICAMENTE!!!

Olha… Você pode me xingar, bater em mim, fazer o diabo… Mas não mexa com minha mãe não, velho!!

Levantei da cama, entrei no meio da confusão, e enfrentei 15 caras de cara limpa.

Galo de briga??? Não, nem passo perto! Mas sabe aquele resto de força que você guarda para um momento de desespero? Foi isso o que eu usei.

Entrei no meio daquela galera bêbada/drogada, arranquei minha mãe de lá puxando-a pelo braço e esperei virem para cima de mim [bem no estilo Mortal Kombat… rs].

Tudo isso aconteceu bem na frente da minha casa. E eles vieram até o meu portão atrás de mim.

Bom, o que importa é que estamos bem agora. Minha mãe ficou com o braço um pouco machucado no processo, eu não sofri um arranhão.

Na verdade, o meu ato de chegar na confusão, tirar minha mãe do meio deles, e desafiá-los foi tão rápido, incisivo, direto e efetivo, que eles ficaram me olhando e eu encarando eles, mas nenhum de nós de fato “meteu a mão na fuça do outro” [que me daria muito prazer fazer].

No final, a matriarca da família, a cuja ‘festinha’ pertencia, veio até a porta da minha casa se desculpar. Ela, ao contrário dos filhos e dos convidados, é pessoa boníssima, de extrema educação e lisura. Professora né? Eu não esperaria nada diferente de uma colega de profissão.

Desculpas aceitas, consegui acalmar os ânimos da minha mãe, e a confusão enfim terminou. E com a confusão, terminou também meu “boost” de adrenalina. Desabei com muita febre, cansaço e dor no corpo todo.

Tudo isso por causa de uma amigdalite infernal, que só agora, dias depois, começa a melhorar.

Bom, só para reiterar: graças a Deus que nossa participação na Copa terminou. Imagina passar por esse inferno de novo???

Nada contra quem quer e gosta de torcer. Só acho que as pessoas perderam a noção de respeito.

Quando você consegue viver um sentimento no qual você vê todas as características de algo perfeito, e de repente isso se quebra diante dos seus olhos como se fosse um vidro muito fino se estilhaçando, a definição que você tinha de perfeição se estilhaça junto.

Já vi muita coisa… já sofri muito… já fiz sofrer sem querer… chorei e fiz chorar…. por isso resolvi dar um basta.

Não fiz uma opção clara por putaria no lugar do amor.

Optei por viver! Por não fazer planos! Por não esperar dos outros atitudes que eu teria! E sabe por quê? Porque ninguém nesse mundo é igual a mim. E é por isso que me basta o meu amor.

Só agora, que eu descobri tudo isso, me sinto realmente preparado para amar alguém de novo. Quero dizer, para entrar num novo relacionamento, caso ele apareça.

Não estou procurando nada. Absolutamente.

Se rolar ‘química’, rolou. E se rolar o x-2, ou 2.y-47=32, tudo bem também. Ou se nada acontecer, melhor ainda! Porque tudo fica bem quando você está bem!

Interlúdio

Publicado: 30/07/2010 em Uncategorized

Então… vamos lá fazer isso de novo….

Antes de postar qualquer coisa, devo aqui registrar minha indignação por ser um ser humano falho e cheio de defeitos de fabricação [de existência mesmo].

Olha só… Eu sei que eu andei abusando… tenho comido cada coisa deliciosa que só as paredes de certos cômodos podem testemunhar [cozinha, sala, e assim por diante].

Mas isso não justifica fraqueza, pelo contrário! Eu deveria estar mais forte do que nunca, certo??? ERRADO!

Depois de brincar e de me alimentar tão bem, numa pausa para um copo d’água, cometi o maior vacilo e tomei água bastante gelada.

Resultado: dois dias de cama com febre de 39,5º… corpo dolorido, pele ardendo, lábios rachados [como assim??? meu instrumento de trabalho, não!!!! Kkkkkk].

Bom, foi mais ou menos isso. Não tenho mais 20 anos né? A proximidade dos 30 vem mostrando sua força em momentos como este… mas to adorando, e esperando que se cumpra uma profecia dita ao pé do meu ouvido antes de eu completar 20 anos [“Se com essa idade você está assim, com 30 ninguém te segura!!!] uhahuahuahuahuahua…

Sei que ando devendo umas postagens, mas antes de contar do show da Ana Carolina para cá [que não foi nada show, adianto] devia fazer essa pequena observação.

Já nem sei mais…

Publicado: 30/07/2010 em Uncategorized

Mudanças profundas aconteceram nos últimos meses… Fiz uma tatuagem, adotei um time de futebol, decidi me livrar dos óculos fazendo a tal cirurgia nos olhos… E fora isso, uma série de mudanças de postura, de forma de pensar, também aconteceram.

Eu estou muito cansado de tanto quebrar a cara… [acorda, to falando de relacionamentos!].

Sabe quando você quer muito encontrar uma coisa, mas passa tanto tempo procurando que quando encontra já não sabe se quer mais????

Pois bem… É assim que estou me sentindo. Passei tanto tempo procurando alguém para dividir a vida, um amor, uma cama… Que já nem sei mais se realmente quero isso. Na verdade, percebi [após 7 meses] que não preciso de alguém na minha vida… quero dizer, não preciso de mais alguém para dividir essas coisas comigo.

Amor é algo em extinção hoje em dia. Ninguém liga para o que você está sentindo [acorda, Alice]. E se por acaso você [Talua] achou alguém que é tudo de bom, na medida certa para você, e que gosta de fazer aquelas vozesinhas, te chamar de meu bebê [se você gostar disso], desenhar corações pra você, mandar flores e tudo o mais, perfeito! Filho(a), segura porque isso hoje em dia é raro.

Mais raro que achar quem faça isso por alguém, é achar quem goste de receber tudo isso.

Confesso que eu gostava. Mas sei lá… De repente aconteceu alguma coisa na minha cabeça, e descobri que não quero mais isso pra mim.

Defina aí: o que é o amor? É ficar de “nhem-nhem-nhem”? Porque se for, eu passo, obrigado.

Ahhhh, sei lá! Acho que to numa fase muito estranha… Descobri que eu sou ótimo em fazer uma coisa que eu achava que só outra pessoa poderia fazer: cuidar de mim mesmo!

Inclusão social

Publicado: 30/07/2010 em Uncategorized

É o seguinte… antes de escrever sobre o assunto da postagem, um breve esclarecimento: se você tem algum problema em falar/ler sobre direitos das minorias, religião ou política, vá crescer! Faça uma faculdade, porque provavelmente é isso que está faltando na sua cabeça de ovo…

Bom, o assunto do post é uma curiosidade que eu achei no facebook outro dia.

Trata-se de uma igreja, chamada “Igreja Contemporânea”. É uma igreja cujo objetivo é, também, a inclusão de homossexuais. Segundo o que eles afirmam em seu site [http://www.igrejacontemporanea.com.br], trata-se de “uma igreja de mães, pais, irmãos, filhos e amigos independentemente de orientação sexual”.

Resolvi divulgar aqui, primeiro porque tenho amigos que são gays [vai dizer que você não tem?], e segundo porque é uma reação humana curiosa, não acham?

Acho interessante como toda vez que uma parcela da população humana é excluída de alguma forma, ou tem seus direitos violados, ou diminuídos, mais cedo ou mais tarde, a tendência natural é essa parte do povo se organizar e criar seus próprios valores, numa tentativa de moldar a realidade ao seu redor de uma forma que os aceite [você nunca percebeu isso? o que acha da revolução feminista, por exemplo?].

E não havia de ser diferente com os cristãos gays…

Nota: neste post, onde se lê “gays”, leia-se homossexuais de todo o gênero… não vou ficar aqui tecendo um tratado sobre homossexualismo, pois a finalidade do post é apenas divulgar a informação. Aos que quiserem saber mais, favor clicar no link da igreja.

Timão!!!!

Publicado: 30/07/2010 em Uncategorized

Finalmente o time foi escolhido: Corinthians [jogando no Google pra ver se é assim mesmo que escreve uhauhauhauhauhauhauh].

Bom, o fato é que devo agradecer a Barbara pela indicação…

Agora é aprender as regras dos campeonatos [coçando a cabeça aqui…].

O lance do futebol…

Publicado: 30/07/2010 em Uncategorized

Então, nesse momento da vida, no qual eu venho mudando algumas coisas no meu comportamento para tentar ‘experimentar a vida normal’, decidi que vou tentar gostar de futebol [cara feia aqui].

É que é uma vergonha não ter o que falar quando todo mundo na roda começa a falar do próprio time e tal… Fora isso, mais vergonhoso ainda é quando juntam Talua e Barbara falando de futebol perto de mim. Perae, elas são mulheres e entendem mais dessa merda do que eu! Aí não dá! Com todo o respeito que as feministas merecem, mas alguma coisa está fora da ordem…

Bom, por essas e por outras, decidi que vou tentar me acostumar com a idéia de gostar de futebol assistindo aos jogos da Copa. Nem que seja pelo patriotismo, vou tentar.

Por isso, estou aberto a sugestões de times… mas não pode ser qualquer um também né? rs

Tatuagem #2

Publicado: 29/07/2010 em Uncategorized

Tatoo Shadow

Então, tatuagem pronta…

Eu não vou dizer que foi a melhor experiência da minha vida… e também não vou dizer que estou arrependido. Pelo contrário, ficou “freaking awesome”!

No dia combinado, sábado, saímos do trabalho Talua, Barbara, o Eduardo [namorado da Talua], e eu… Fomos de carro até o bairro Maruípe, num estúdio. O tatuador é muito gente boa… Fez um preço bem bacana e um trabalho muito bom também. Ele até ficou contando piadas [que de tão agradável o processo de tatuar, não conseguia achar graça porque eu ficava xingando mentalmente a mim mesmo].

Bom, meio que já adiantei que a parada doeu pra caralho, né? Então. Quando o processo de fazer o contorno do desenho acabou, eu já estava me perguntando o que eu estava fazendo ali ainda. Minha vontade era de mandar parar!!! Não é frescura não, o lance dói mesmo. Mas eu não tinha ido tão longe para desistir tão cedo.

E afinal, o desenho estava muito legal. Queria ver terminado. E então mandei bala.

Segurei e disfarcei a dor o tempo todo, para não dar mole né? As meninas, e mais o Eduardo, vinham olhar na minha cara para ver se eu expressava dor, mas acho que eu disfarcei tão bem que o Eduardo também resolveu fazer uma tatuagem depois.

Ao contrário do que eu pensava, o contorno da tatuagem doeu muito mais que o preenchimento, que é feito com mais agulhas, até. O processo todo levou bem mais de uma hora para terminar, e quando acabou, eu até sentia a perna meio dormente. Mas valeu à pena.

A foto da tatuagem é essa que postei no blog, fiz na panturrilha, de lado.

Como vocês podem comparar, não ficou idêntica ao desenho do Shadow, mas foi inspirada nele.

O lance é que me senti muito bem depois de ter feito, não pela dor, mas pela experiência em si. Não me sinto mais “cool”, porque é impossível para um nerd. Me senti mais desligado daquela personalidade que estou querendo abandonar… de “bicho-do-mato”.

Quanto à experiência pós-tatuagem? Cara, depois de feita, o tatuador embalou minha perna num plástico desses de embalar carne [apropriado, não?]. A região da tatuagem sangrou muito, por pelo menos dois dias. E enquanto o sangramento diminuía, aumentava uma quantidade medonha de um líquido transparente misturado com a tinta da tatuagem que saía da perna.

Foi um caos no início, porque eu comprei a pomada errada [obrigado, Talua], uma tal de neomicin, e fiquei passando. A pomada era para evitar bactérias, e não para cicatrizar. Para isso, precisava passar a tal Bepantol. [retificação: Talua NÃO indicou a pomada errada, o burro fui eu… dá zero pra mim!]

Depois de resolvida a questão da pomada, tudo começou a ficar mais tranquilo.

Ficou tão tranquilo, que até levei um esporro da minha chefe porque mostrei a tatoo no ambiente de trabalho [???? que caralho foi aquilo????]. Talvez eu devesse arrancar a perna e deixar do lado de fora da empresa, né? Que burro eu, dá outro zero pra mim! uahuahahuauhahu

Bom… deixemos isso de lado.

Hoje ela está 99% sarada, pois falta só uma pontinha terminar de cicatrizar.

E eu, muito feliz, claro! Não é todo nerd que tem coragem de fazer uma tatuagem… E mais que isso, cara, é uma homenagem ao Shadow!!!! Super cool!!!!!

Pois é… então eu finalmente fui nessa bagaça.

Antes de você, fã histérico da Ana Carolina, se irritar comigo, ou planejar um ataque terrorista só para me matar dentro do coletivo, vamos aos fatos.

Por que diabos vendem ingresso para um evento que supostamente vai começar às 21h se sabem que não tem a menor chance de começar naquele horário????? Veja bem, eu sou filho de mineiro… “Chegar na hora” para mim significa chegar pelo menos com 40min de antecedência! [Você deve estar pesando: “burro foi você, de chegar cedo para um show!”. Mas é claro, caralho! Como eu vou saber que a droga do evento tem segunda ou terceira chamada????].

Bom [respirando e recuperando a calma, kkkkk], cheguei com um tempo de antecedência [40 ou 30min, eu acho] e fui para a fila de entrada, que àquela hora já estava bastante grande. O tempo de espera na fila foi até divertido. Conversei bastante, observei a “qualidade” [ou falta dela] dos frequentadores, que por si só merece um parágrafo inteiro. Sem muito esforço, e sem muita desorganização, consegui entrar no local do show.

Subi a arquibancada e somente lá do alto pude constatar o que já desconfiava lá na fila: só tinha gente estranha naquele lugar [to me incluindo nesse meio, porque só o fato de eu ter um blog já faz de mim um cara estranho]. Mas veja bem, não é só isso… A estranheza é algo que permite níveis e mais níveis de classificação. Digamos que na ELEZA [Escala Leco de Estranheza], enquanto eu me encontro num nível 3 [estranho que passa despercebido na rua], tinha gente lá beirando o nível 9 [estranho do tipo “corra dele como se suas calças estivessem em chamas”]. Isso tudo sem contar a coisa mais “cuti-cuti” que eu vi: dois machões malhados, bombados e sarados, do tipo “ratos de academia” [oposto de nós, NERDS], subindo as arquibancadas de mãos dadas… no mais puro e lindo estilo “vem, amor”.

Vencida essa fase… vamos ao show em si.

Ahhh não! Não pode ainda, não é mesmo Sr. Marco[u]s Buaiz??? Claro que não! O show, meus caros, levou 3h para começar. E nesse tempo de espera, fui submetido a um verdadeiro circo dos horrores. Foram três longas horas ouvindo música eletrônica daquelas que tocam em boate, cujas remixagens são tão escrotas que fazem de uma música bonita um amontoado de batidas e barulhos estranhos, com a voz do cantor distorcida [isso quando dá para perceber a existência de voz no meio daquele “tuntz-tuntz-tuntz”]. Bom, muita dor de cabeça depois, muita gente bêbada se abraçando [mulheres com mulheres, homens com homens, só para esclarecer], muita cerveja escorrendo pela arquibancada, muita gente procurando lugar e andando de um lado para o outro pisando no meu pé, e muita gritaria depois…. [já falei que tudo isso levou três horas????], finalmente o show começou!

Ana Carolina é uma artista de respeito, consagrada, cujo lugar no cenário cultural brasileiro foi conquistado à base de muito talento. Isso é indiscutível. Todo respeito à ela e ao seu trabalho. Mas, não posso deixar de registrar aqui que eu ODEIO as músicas dela… 🙂 [leia até o final para saber o que diabos eu fui fazer lá]. Na verdade, só há uma música que eu consigo escutar desta estimada cantora [“Garganta”], e foi justamente a música que ela mais esculachou durante o show. Quando cantava, ela ia muito bem, principalmente quando o microfone [em volume altíssimo] não apresentava microfonia. Mas quando tirava para gritar ao microfone, puta que pariu! Era de fazer Celine Dion chorar de vergonha! [outra que só sabe gritar, sem ofensas].

O show da Ana Carolina mesmo durou 1h05. Espera!!!! Só isso???? Siiiiim [com direito a cabeça pra cima e pra baixo em sinal de concordância]. Parece que ativaram o “shuffle” a cada 10seg e ela mandou bala! Bom, não gostei das músicas [o que era de se esperar], mas reconheço o talento da artista.

Bom, agora a explicação do “porquê-diabos-eu-fui-nesse-show”: queria fazer uma experiência! Nas postagens mais antigas eu venho dizendo que estou mudando minha vida, e estou experimentando fazer coisas novas, coisas diferentes, todas saudáveis, só para ver se me torno um pouco mais normal.

E justamente por essa razão, posso dizer com segurança que a experiência foi um sucesso! Quer saber o porquê?

1.º Agora eu sei que eu não gosto de shows de música das quais eu não gosto [não é tão simples quanto parece. Veja bem: como você pode ter certeza de que o limão é azedo antes de provar? Pense!].

2.º Agora eu sei que eu odeio música eletrônica.

3.º Agora eu sei que eu odeio boates [a música e o clima antes do show, segundo fontes seguras, eram os mesmos das boates].

4.º Agora eu sei que eu odeio música alta [me dá dor de cabeça].

5.º Agora eu sei que eu sou capaz de controlar a minha fúria/raiva/ira/estresse, em prol da diversão de outras pessoas [aqui reside uma mudança substancial na minha personalidade, pois eu não era assim há 1 mês atrás não!].

6.º Agora eu sei as pessoas realmente ficam doidas depois de misturar algumas bebidas e ouvir aquela batida eletrônica na cabeça.

7.º Agora eu sei o valor que tem um copo d’água [passei a maior sede… e nem podia sair do lugar, porque corria o risco de não achá-lo quando voltasse].

8.º Agora eu sei que quando você se senta numa arquibancada, é comum as pessoas chutarem a sua bunda quando passam atrás de você.

9.º Agora eu sei que a probabilidade de um bêbado segurando uma latinha de cerveja largar essa lata no seu pé enquanto caminha na arquibancada e no escuro é algo perto de 99,647%.

10.º Agora eu definitivamente sei dar valor ao silêncio.
Por tudo isso, meus caros, eu posso seguramente afirmar que essa experiência foi um sucesso, pois eu aprendi muito!!!

Agora quero fazer uma nova experiência indo ao Video Games Music Live. Se meus planos derem certo e eu realmente for, postarei aqui a segunda experiência!

Tatugem #1

Publicado: 29/07/2010 em Uncategorized

Ai Jesus! (com sotaque português e tudo o mais…)

To aqui me preparando psicologicamente para fazer minha primeira tatuagem…

O desenho ao lado é um esboço de como ela vai ser… Nerd quando faz tatuagem não é à toa, claro! O desenho é do game Shadow The Hedgehog, anti-herói do universo dos jogos do Sonic (capa do jogo abaixo).

Agora, a pergunta que não quer calar: por que fazer uma tatuagem agora? Revolta?

Resposta: sei lá! Não sei mesmo! Um dia eu acordei e pensei que tem várias coisas que eu não fiz ainda (saudáveis, claro).

Uma delas é uma tatuagem. Daí, coincidentemente fui fazer uma viagem para São Mateus e vi na rodoviária um cara com um tribal tatuado na perna. Ele tinha a minha altura e [óbvio] nem a metade da cara de nerd que eu tenho… mas, de qualquer forma, pensei que seria bacana ter uma… e aqui estamos: há três dias de fazê-la!

Maior frio na barriga… porque parei para pensar que isso é o tipo de coisa que vai mudar minha vida para sempre! Não, não vou ficar menos nerd por causa dela. Ser nerd é algo que vai além da aparência também… é um estilo de vida, de se vestir, de se comportar… e eu gosto de ser assim hehehe.

Mas sei lá… se me perguntarem, a culpa é toda da Barbara! Kkkkk

[postarei aqui a foto dela, depois de pronta… da tatoo, ô animal, não da Barbara! kkkkk]

Só para atualizar… abaixo, foto da tatuagem pronta. Mudei algumas coisas, mas ficou do jeito que eu queria!

O problema de sentar…

Publicado: 29/07/2010 em Uncategorized

Não, essa postagem não é sobre aquele problema que você pensou.

Por acaso também já aconteceu contigo, quando o ônibus estava lotado [você de pé, carregando algo pesado] e de repente vaga um lugar não perto o suficiente para você se sentar porque outra pessoa está de frente ao assento, e você dá aquela olhadinha para a cara do sujeito fazendo aquela cara de “você vai se sentar ou tá difícil?”, e nada?

Então… hoje de manhã, aconteceu o que eu chamaria de no mínimo “curioso” [mais uma vez, rs].

Pois bem… seis da manhã, ônibus lotado, mochila pesada, gente espremida como sardinha num coletivo menor que a sunga de praia do Nelson Ned, de repente uma mulher se levanta e sai. Eu estava há um bobo de distância do tão sonhado assento que me permitiria dormir até chegar no trabalho, quando o tal bobo nem moveu um cílio para o lado do lugar vago. Num instante fiz aquela cara, e o sujeito foi sentar-se.

Agora, olha que estranho: ele ficou como se fosse se sentar, mas não sentou… ficou de pé, ocupando o lugar do assento… aí, uma senhora que estava sentada do lado da janela disse para ele: “É… eu sempre espero esfriar também!”.

Ahn???????????????????????

Espera… então a pessoa se levanta, e antes de você sentar você espera o lugar esfriar? Isso é o que, alguma mandinga? Tá esperando o Caboclo José desencorporar da poltrona? Ou as bactérias que a pessoa deixou morrerem? É medo de pegar doença venérea??? Hahahahaha

Bom… quem sou eu para julgar, mas vai que o cara gosta de sentir o assento geladinho na bunda, né??? huahuahuahua

Conversando com algumas pessoas, descobri que tem muita gente que faz a mesma coisa…

Será que só eu acho isso estranho???

Depois o esquisito sou eu….

To aqui tranquilo escrevendo no blog, são 0h30 da madrugada de 24/05, segunda-feira, quando escuto um puta gemido alto vindo da minha cozinha

Considerando:
a) que eu moro sozinho;
b) que não tem ninguém na cozinha;
c) que eu não to transando;
d) que não tem ninguém transando comigo;
e) que o gemido não foi de prazer;
f) que não era voz de homem e nem de mulher:

Pergunto:

QUE MERDA FOI ESSA????

Me responde uma coisa?

Quem foi o infeliz que resolveu incentivar as pessoas a comerem mais verduras colocando tudo quanto é coisa verde logo no início das mesas dos self-services?

Pensa comigo: você tá morto de fome, sái de casa para comer num restaurante. Qual a primeira coisa que vc vai querer colocar no prato? Palmito? Alface? Cenoura? Bah!

Sabe qual o real motivo da minha indignação? Eu não sou assim. Quero logo pegar feijão, arroz, carne! E quem curte verdura que me desculpe, mas vocês são frescos pra cara$&%&%¨$!!! Pô, vc já tem uma idéia de que tipo de mato gosta de comer, certo? Então, é só chegar lá, ver o que tem à disposição, e colocar no prato! Mas não! Vocês ficam olhando a verdurada, admirando a cor delas, pensando em quem vão votar para presidente, tentando imaginar como anda o ânimo dos plutonianos agora que Plutão não é mais considerado planeta…

Vai pra PQP!

Pega logo a porcaria do mato, põe no prato e dá passagem pra quem quer comer de verdade. Porque a gente fica esperando atrás de vocês e, se alguém tem a feliz idéia de cortar a fila, há quem de vocês que reclame ainda! Será que é porque se sentem melhores que nós? Acho que não! Imagina uma coisa legal, a minha comida caga na sua comida…

Manual de sobrevivência #1

Publicado: 29/07/2010 em Uncategorized

Outro dia fui ao shopping [pela enésima vez] e reparei que caras baixinhos como eu precisam seguir certas regras, certos padrões de comportamento para sobreviver nesse mundo canibal.

Uma delas, sem dúvida, é a regra do “empurre para não ser esmagado”, que encontra amparo na regra-mor do “todo baixinho é invocado”.

As pessoas, a partir do momento que entram num shopping parecem que estão em transe, ou perdem parte dos neurônios, ou são tomadas pela ‘pomba-gira-do-consumismo’, sei lá! Pare para reparar na forma como elas andam… parecem que nunca viram um shopping, por mais tempo que morem na cidade!

Antes de chegar no shopping ficam impacientes, com a maior pressa, seja com o cara que dirige o carro que segue à frente, ou com o motorista do ônibus. Mas na hora que passam da porta para dentro, perdem o sentido, perdem o objetivo de vida, e parece que o céu de repente fica cor-de-rosa, as pernas viram chumbo, e os olhos deixam de enxergar direito.

Essa minha reclamação é para aquelas ‘senhoras’ [principalmente] que ficam andando no shopping como se estivessem caminhando pela estrada dos tijolos amarelos, como se o mundo inteiro tivesse parado para ela assistir a vida num super ‘slow motion’, sabe?

Caramba! Sái da frente, droga!

Eu saio de casa com um objetivo a cumprir. Sabe aquelas ‘quests’ [missões] que a gente recebe num RPG de computador? Tipo, “vá até o shopping, converse com o vendedor, compre uma calça jeans e retorne”. Cara, é assim que as coisas funcionam comigo… eu vou, entro, compro, volto. Acho ridículo sair de casa para ir ‘passear’ no shopping. Pô, quer passear? Vá a um parque, vá à praia, vá à PQP, mas não a um centro comercial destinado a um objetivo específico: VENDER.

E agora você vai entender o porquê do “manual de sobrevivência”.

Um cara com objetividade como eu, chega no shopping e se derapa com uma multidão de ‘senhoras’ como as que eu descrevi. Adicione a isso o fato de eu ter 1,67m de altura. Caraca, eu fico sufocado no meio de tanta gente, e pior, não consigo me locomover, porque as dondocas ficam olhando as vitrines e eu não consigo sair do lugar.

Quando, com muito esforço, consigo fazer um contorcionismo e passar entre elas, pego uma reta e sigo meu caminho. Nisso, vem um monte de caras bem maiores que eu e querem que eu dê passagem! Não senhor!

Porque a regra de sobrevivência número 1 para baixinhos em shopping diz “empurre para não ser esmagado”. Assim, eu endireito minha coluna, reforço meus ombros, fixo o olhar para o ponto onde quero chegar e ando em linha reta, deixando ao cargo das pessoas saírem da minha frente.

E o resto que se dane!

Outro dia eu quase derrubei um. Meu ombro ficou um bom tempo dolorido, mas valeu à pena, porque pelo menos aquele cara passou por uma experiência que pode ter mudado a vida dele: daquele dia em diante, vai tomar mais cuidado ao andar, vai prestar mais atenção nos halflings assim como eu… kkkkk

Puts, como eu sou ranzinza! Mas é isso ae… sou assim mesmo.

E se isso te incomoda, ficam aqui duas dicas para mudar a vida de quem tem mais de 1,70m… quando andar numa multidão, dê passagem para as pessoas, não espere que todo mundo vá desviar de você, porque você não é insubstancial. A segunda dica é a seguinte… dondocas, shopping não é lugar de passear… quer caminhar tranquilamente e pensar na vida? Vá à praia, a um parque, ou qualquer outro lugar!

Amizade é uma ova!

Publicado: 29/07/2010 em Uncategorized

Já notou que todo mundo que começa um papo pela internet dizendo que tá a fim “só” de amizade nunca quer isso realmente?

De repente, alguns minutos e algumas linhas tecladas depois, surge o tipo de pergunta clássica: tem local? [ou suas variantes mais ‘dixavadas’: mora sozinho? tá sozinho agora? trabalha até que horas?].

E se você der trela, quando pára pra pensar, acabou de transar com alguém que você nem conhece!

Não sou assim! [outro comportamento comum: se fazer de santo]. Tá, vou confessar… já fiz isso. Claro! Vai dizer que você tá aí “de bobeira”, de repente aparece aquele “pedaço de mau caminho” te dando mole e você não pega? Claro que pega!

Mas o lance é o seguinte… esse tipo de relação não é o que eu quero não. Quero algo mais estável… mas enquanto isso não aparece, vou “cuidando do meu jardim” [bem emo né? Critique o Mário Quintana, a frase é dele].

Eu quero liberdade, quero ficar sozinho [ainda mais agora que estou aprendendo a curtir a mim mesmo]. E se for pra sair com qualquer figura carimbada de internet, melhor continuar com o melhor parceiro de sexo que tive nos últimos tempos: eu mesmo! Limpo, seguro, livre de doenças! [kkkkk]

Até porque, convenhamos, eu não achei meu pinto no lixo pra ficar enfiando ele em qualquer lugar!

Por isso, amizade é uma ova! O povo quer mesmo é transar!

Na internet, na balada, no barzinho… toda azaração se resume a sexo… porque nesse mundo, não tem mais lugar para o amor não…

Sangue no ônibus

Publicado: 29/07/2010 em Uncategorized

Estava aqui me lembrando [e me martirizando] que tenho que ir trabalhar amanhã, começar a rotina toda de novo… inclusive de acordar cedo outra vez… pegar ônibus e ir para o terminal antes do sol raiar…

Bom [sacudida na cabeça], estava lembrando de tudo isso e de repente me veio à mente uma imagem no mínimo curiosa de um dia desses…

Eu acordei às 5h da madrugada [como todos os dias], fiz meu ritual matinal ainda dormindo: escovar dentes, tomar banho, trocar de roupa, ir para o ponto, pegar o ônibus…

Cara, quando eu entrei no ônibus, vi que tinha algumas pessoas de pé, mas o ônibus não estava lotado, e tinha várias cadeiras vazias. Não entendi direito porque motivo a maioria tinha resolvido viajar de pé, mas mesmo assim entrei, paguei minha passagem e atravessei para o outro lado. De repente, imagina a minha surpresa quando olhei para o chão e vi, bem no meio das pessoas, uma poça de sangue vivo no chão.

As pessoas já tinham pisado no sangue, levando uma parte dele para os fundos do coletivo, e mesmo com o cheiro espalhando-se a cada metro percorrido, ninguém parecia se incomodar.

Eu olhava para as pessoas [para a cara delas] e achava tudo muito esquisito, porque ninguém parecia se importar… era como se ninguém além de mim tivesse notado que o chão do ônibus estava coberto de sangue!

De repente comecei a me perguntar o quanto essa hipótese era válida.

E se só eu estivesse vendo aquilo? Será que eu estava dormindo? Será que estava acordado? E se estivesse dormindo, como poderia ser tão real aquela experiência?

Bom, isso já faz uns dias… e meu chapa, até agora eu não faço a menor idéia [à moda antiga mesmo] do que aconteceu ali.

Tem coisa que só acontece comigo mesmo.

Então… chega, né?

Publicado: 29/07/2010 em Uncategorized

Fala sério! O que diabos anda acontecendo com esse mundo?

Tem um monte de gente sozinha… um monte de gente carente… um monte de gente procurando namorar… Agora, pára e pensa comigo: por que diabos ninguém se encontra no meio dessa multidão???? Cara! Tem alguma coisa errada comigo ou com as pessoas mesmo!

Eu acho que, na verdade, ninguém quer nada! Ou pelo menos não sabem o que querem!

Acho estranho tudo isso, porque eu não consigo ser assim. Tenho meus objetivos definidos… pelo menos aqueles que desejo alcançar a curto prazo. Confesso que não tenho me permitido fazer planejamentos a longo prazo porque ainda não consegui estabilizar minha vida para este momento… quero dizer, meu ‘presente’ anda tão incerto que é melhor deixar o ‘futuro’ para o futuro.

Mas, no meio disso tudo, dessa tempestade toda, tomei algumas decisões… vou cuidar de mim, e o resto que se foda!

Chega de perder tempo, e noites de sono, na frente do computador, teclando no msn com pessoas sem conteúdo, gente sem graça… chega de responder a um script pré-determinado, que vai do local de onde eu “tc” até o tamanho do meu pinto… aliás, ele vai muito bem, obrigado.

To fechando essa história aqui.

O blog é só para ter onde postar as minhas idéias, meus pensamentos, minhas frustrações, minha chatice, minha ignorância [rudeza]… sacou o recado? Não tenho pretensão de agradar a ninguém, nem de fazer ibope, nem nada. O que eu quero é desabafar… e sinceramente, to com pena dos meus [poucos] amigos… já enchi demais o saco deles… então, é para cá que minha antipatia vai escoar.

A idéia do blog veio depois de ver o canal “maspoxavida”, do youtube… o cara é um gênio!