Arquivo de outubro, 2010

Para ser sincero, direto, curto e grosso: eu assusto as pessoas.

Antes de qualquer coisa, o blog não é destinado ao público [acho que já falei isso aqui algumas vezes], mas é inevitável algumas pessoas terem acesso a ele.

O fato é que algumas coisas que eu escrevi aqui acabaram assustando algumas pessoas recentemente.

Então, de um lado eu tenho o problema de causar medo nas pessoas que lêem o blog [sem circunflexo na vogal dobrada] e, de outro, a questão de precisar do blog como um local de despejo de memórias, pensamentos e frustrações.

A solução? Aplicar o veto sobre alguns posts. É censura mesmo! E não me envergonho disso, porque tenho direito de propriedade [intelectual] sobre cada um deles… Então, mais uma vez, se não gostou, “a porta do Google™ é a serventia da casa”. Vá se divertir no Youtube™ e me deixe vetar meus posts em paz! ^^

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Tem coisas que não entram na minha cabeça… Talvez agora fiquem claros os meus posts anteriores sobre amizade.

Eu resolvi falar abertamente sobre o problema porque o que acabou de acontecer foi a gota d’água, o fim da picada, o ó do borogodó!

Eu namorei uma criatura por sete anos… Sem perder mais tempo do que já perdi com essa pessoa, vou me limitar a não tecer qualquer comentário [neste momento] sobre essa experiência traumática na minha vida.

Então, em novembro de 2009, esse ‘namoro’ terminou e eu fiquei meio desorientado, porque tinha entregado minha vida nas mãos dessa criatura, tinha aberto mão de tudo o que eu gostava, dos meus amigos, família, enfim… Tudo em prol da tal criatura. Ela, diga-se só de passagem, fez o mesmo. Mas isso não vem ao caso.

O lance é que quando o namoro terminou, eu fiquei sem chão, sem amigos, afastado de todo mundo [daí o porquê de todas as minhas advertências com relação a se entregar demais a um relacionamento, a não perder a individualidade].

Bom, voltando ao que interessa. Demorei bastante tempo [8 meses] até conseguir me acostumar à minha própria companhia, a curtir ficar sozinho, curtir ser solteiro, e me reaproximar dos amigos outra vez.

Tudo certo até então.

Porém, havia algo errado. Algo que não se encaixava nessa realidade, como se não pertencesse a ela. O problema é que eu não sabia exatamente o que era, mas podia detectar algumas situações nas quais essa distorção do tempo-espaço se fazia presente. Como, a título de exemplo, o fato de alguns amigos sempre combinarem comigo alguns encontros sociais e eles nunca acontecerem.

Na verdade, até hoje ainda não entendi o porquê destes encontros nunca rolarem. No início eu pensava que poderia ser somente um desencontro de informações; depois, talvez uma incompatibilidade de horários; quem sabe uma tentativa de contato frustrada?; possivelmente um esquecimento de me ligar;  essas hipóteses foram gradativamente substituídas até o momento em que comecei a desconfiar de que havia algo mais estranho, que eu não podia tocar [ainda].

Não que essas situações deixem de acontecer. Há mais ou menos uma semana eu soube que dois amigos iriam ao cinema assistir Tropa de Elite 2. Combinei com eles de ir também. Aliás, eu praticamente pedi pra ir junto [olha que derrota]. E o pior, eu ODEIO esse filme! Só queria ir para fazer um social mesmo, para manter contato com os ‘amigos’.

Bom, adivinha o que aconteceu? No dia combinado, fiquei como um jumento dentro de casa, esperando como um otário meu telefone tocar. Nada. Nem código morse meu celular emitiu, quem dirá ondas eletromagnéticas. Pouco depois, descobri que eles foram de fato ao cinema. Informação coletada de fonte segura, confirmada através de jogos mentais minuciosamente arquitetados para induzir as vítimas a revelarem a verdade sem que elas percebessem.

Qual a decisão que tomei para solucionar o problema? Deixei de sofrer com isso. Subtraí os pontos dos dois, rebaixando-os à categoria “conhecidos”. Assim, segui em frente com minha vidinha perturbada tranquila.

Hoje, o [‘fatídico’] dia do meu aniversário, perto da zero hora, recebo uma ligação. Mas que puta que pariu! Era de um dos ‘amigos’. A ligação, como se pode facilmente induzir, era para me ‘felicitar’ pelos cumpleaños. Até então, nada de mal [ficar puto com isso me faria regredir, então, até fiquei feliz].

O foda vem agora.

Eu sou um cara metódico, calculista em certos pontos, chato em vários aspectos, sistemático e também perceptivo. Enquanto era recitada aquela baboseira ordinária sobre “felicidades” e desejos de “saúde e o caralho à quatro”, eu prestava atenção aos sons no fundo da ligação. Eram sons de um barzinho, pelo tilintar dos copos, as pessoas conversando, fazendo pedidos a garçons, enfim. Outras duas vozes eu pude distinguir ao fundo da ligação: um desconhecido, e outra voz do outro ‘amigo’.

Nota: o outro, que estava ao fundo da ligação, havia ligado para minha casa horas antes, para me felicitar. Obviamente, avisou do meu aniversário ao amigo anterior, para que ele me ligasse também.

Porra! Vamos repassar os fatos.

A) Faz quase um ano que eu estou implorando a essas pessoas a quem chamo de ‘amigos’ para saírem comigo, sem sucesso.

B) Há quase uma semana levei um bolo comprovado cientificamente, e pior, na cara dura.

C) Depois do bolo do cinema, todos sumiram ‘misteriosamente’. Até no MSN [marca registrada] quando eu faço logon, um deles faz logoff.

Qual a única conclusão lógica que se pode inferir disso?

R: Eu devo cheirar mal!

Bom, apesar de eu não saber o motivo, realmente tem gente que perde tempo lendo este blog.

Se essas pessoas forem umas das quais lê isso aqui, esse é o motivo pelo qual eu “sumi”, não atendo mais ligações de vocês, não apareço no MSN [porque eu bloqueei vocês], e excluí vocês do Orkut.

Eu não conseguiria me libertar dessa situação ridícula que eu estou vivendo sem escrever sobre a falsidade de ‘determinadas’ amizades aqui.

Até eu mesmo já estou de saco cheio de escrever sobre isso.

Eu tenho uma mente perturbada [como dizia minha mãe]. A única forma de me libertar desses pensamentos é vir aqui e despejá-los no blog.

Essa, no entanto, é a última vez que perco tempo escrevendo sobre falsas amizades, porque tomei a melhor decisão que poderia tomar: me afastar dessas pessoas.

Levei um ano tentando. Ninguém pode dizer que não me esforcei, ou que eu não dou valor às pessoas. Se pensa isso, pense se você aguentaria essa situação tanto tempo.

Então, é isso…

Página virada, falemos de coisas mais interessantes daqui em diante.

Hoje é um dia triste.

Não sei porquê, mas as felicitações de aniversário que recebi nos e-mails gerados automaticamente nos sites pela internet nos quais me cadastrei parecem muito mais verdadeiros e reconfortantes do que qualquer felicitação e abraços dados por pessoas ‘de verdade’…

Eu sei que é coisa de “mulherzinha” ficar esperando que as pessoas se lembrem [e pior, ficar chateado porque não se lembraram do seu aniversário]. Mas puta que pariu! Cara… te desejar feliz aniversário porque o Orkut te lembrou, ou porque viu na lista da empresa, ou porque você mesmo comentou, porra, aí não vale!

Cara, o foda é quando a sua própria família não se lembra… aí então é o fim!

Mas, assim como tudo o que é ruim na vida, acostuma-se a isso.

Eu me acostumei a receber mais carinho de desconhecidos do que de amigos/família/etc.

Foda também é que quando se chega nesse estágio, qualquer “feliz aniversário” que te dão faz você querer mandar a pessoa ir tomar no cú! Ou algo mais simples como ir para a casa do caralho.

No momento, vou me divertir com 16 e-mails desejando feliz aniversário, inclusive um da Playstation Network e um da SEGA (empresa que faz os jogos do Sonic, que amo mais que todos os meus amigos juntos)… porque esses e-mails me parecem bem mais verdadeiros.

P.s.: e se passou pela sua cabeça “que cara chato”, ou “que cara depressivo”, ou “que cara doido”, aceite meu conselho e vá transar, ou vá se fuder, ou vá ler outra porcaria na internet [ela tá cheia disso].

Lógica versus Falsidade

Publicado: 18/10/2010 em Uncategorized

Estou aqui muito  indignado, tentando entender algumas coisas…

Os relacionamentos entre seres humanos podem ser fantástico, às vezes. E também dignos de uma dissecação científica.

Eu sou realmente uma pessoa difícil de se lidar: reconheço isso. Mas a dificuldade toda reside precisamente no fato de eu sempre procurar lógica em situações ilógicas.

Já falei, em outro post, sobre a fórmula exata para lidar com as pessoas, certo?

Então, refiz minhas contas aqui, somei e subtraí os pontos de várias pessoas [amigos, colegas, conhecidos, gente do Orkut, do MSN, e o escambal à quatro]…

É incrível como são delicados os laços que me prendem às pessoas [por “prendem” entenda-se “faz com que eu me relacione”]. Talvez não haja nada de errado com elas, mas apenas na forma como eu as encaro.

Se as pessoas são descartáveis para mim? Claro que não! Mas entenda que sou um escorpiano típico… Preciso ver significado nas coisas para que eu me sinta motivado a prosseguir com elas.

Se um relacionamento não adiciona, não contribui, não me engrandece em nada, não há motivo para prosseguir com isso, ainda que seja uma amizade.

Aí é que está ‘o fio da meada’ deste post: eu estou passando por um conflito de ideias na minha mente.

A ideia de que amizade seja um laço forte de proximidade, afetividade e companheirismo, se opõe antagonicamente à ideia de que ‘amigos’ tenham atitudes egoístas, exclusivistas, mesquinhas, etc.

Isso não se compatibiliza comigo.

Lembra que falei que sou escorpiano? Demoro a considerar alguém como amigo. E se o faço, pode ter certeza de que se precisar de um rim, terá o meu. Isso, para mim, é amizade: amigo cuida, dá atenção, oferece apoio.

Recentemente soube que um amigo está com a mãe internada. Já ofereci ajuda várias vezes, e deixei claro que se ele precisar de qualquer coisa [mas qualquer coisa mesmo], pode contar comigo. É o mínimo que eu espero que um amigo faça por mim.

Ahhh! Tô de saco cheio de me decepcionar com os outros!

Tá, mas aí você me pergunta por que eu não paro de exigir demais das pessoas… PORQUE EU SOU ASSIM! É intrínseco à minha personalidade. Se tirar isso de mim, uma parte de mim morrerá.

Assim, a solução para esse problema, Charles, escora-se na lógica:

se não consegue deixar de exigir dos amigos um comportamento predeterminado;
e se você sofre toda vez que um dos amigos foge àquilo que você esperava que ele fizesse;
diminua a quantidade de amigos e também diminuirá a quantidade de pessoas que podem decepcionar.

Simples solução, que começa a ser aplicada agora!

Sabe quando uma música muito bem composta e bem arranjada é executada de forma simples, mas polida? Não sabe? Tente o vídeo abaixo.

Do filme: “Requiem for a Dream” [vai saber com qual título foi publicado no Brasil, se é que foi]

É muito bom estimular a atividade elétrica do cérebro de vez em quando. Diminuindo sua frequência, criamos novas trilhas neurais que estimulam o pensamento. Assim, podemos romper a fronteira do inimaginável.

Li cada um dos e-mails das campanhas que você enviou, e absorvi a informação…

É… a guerra pela cadeira do presidente está fervendo!

Mas, observei algo muito curioso. Parece que se inverteram os papéis… A campanha contra a Dilma, via internet, usa um “marketing” mais direto, mais agressivo, com difusão rápida de ideias já bem sedimentadas na cabeça das pessoas que não apoiam o PT.

Por outro lado, a campanha contra o Serra, pelos e-mails que você mandou, estão num nível um pouco mais elevado. Quero dizer, mais politizadas, com ideias expostas de forma mais fundamentada, ressaltando [por óbvio] os avanços da administração do Sr. Lula, utilizando um “marketing” menos agressivo, mais intelectualizado.

O que se percebe, de fato, analisando ambas as “campanhas on-line” é que cada uma visa alcançar [opto aqui pela transitividade direta do verbo] o público eleitor do candidato oposto.

Ora, já notou como as propagandas de carros [dirigidas à elite] ressaltam as qualidades, o conforto e o bem-estar que sentirá aquele que adquirir o produto anunciado? Embora curta, é uma propaganda detalhada, com ideias que são mostradas de forma “elástica” [o produto se adequa àquilo que você precisa, então, “que tal você comprá-lo??”].

A campanha pró-Serra, antagonicamente, quer atingir as massas, o público que vota na Dilma. Ideias de inconformidade com a atual administração pública são atiradas na cara do eleitor, quase que com anúncios em letras garrafais e um locutor gritando para você “correr agora porque a promoção é por tempo limitado!”. Sim, uma clara alusão a propagandas de lojas mercado de varejo [veja-se Ricardo Eletro, por exemplo].

Quem está certo?

Não faço ideia. Numa guerra, cada um luta com o que tem.

O fato mais triste que observei até agora, sinceramente, é a precariedade de propostas para o futuro do país, para a política interna e a internacional, para as demandas que o país apresenta hoje. Isso em ambos os lados da “guerra”, pois a maior preocupação da Sra. Dilma é dizer o quanto Lula isso ou o quanto Lula aquilo. Caralho, eu quero saber o que ELA vai fazer para governar esse “continente chamado Brasil”! E o Serra, então? Vai na mesma água, acreditando que esse modelo de propaganda deu certo [não deu?], e segue com sua campanha comparando-o ao Fernando Henrique, ou ressaltando o que foi feito naquela administração.

O foda [e aqui me reservo todo o direito de xingar mesmo] é que parece que o povo se alimenta disso.

Todo mundo gosta de ver os dois se engalfinhando, assim como adoramos ver a Coca-Cola e a Antártica se rasgando aos pedaços na mídia pelo mercado consumidor de guaraná, no final da década passada.

Será que alguém além do besta aqui parou para pensar que o Lula ou o Fernando Henrique não vão continuar/voltar a ser presidentes? Que as privatizações, como movimento mundial e resultante de um processo histórico de afastamento natural do Estado da economia, vão continuar a acontecer? [porque o Estado deve de fato se preocupar com a garantia dos direitos fundamentais de primeira geração, para garantir o pleno desenvolvimento social, e a efetivação das liberdades individuais conquistadas como um processo do constitucionalismo moderno, e não ditar e conduzir a economia como um pai dominador, mas como um maestro].

Outro pensamento que me invade a cabeça às vezes é o de que o modelo de governo atual é consequência do anterior, e do anterior, e do anterior. Fernando Henrique herdou a abertura do mercado e o enxugamento da máquina estatal realizado por Collor. Lula herdou a criação de uma moeda forte [sim, a usamos até hoje, certo?]. E, como um processo natural, o sucessor de Lula herdará um país bem localizado no cenário internacional, com o cumprimento de metas de desenvolvimento internacionais que só foram conquistadas porque outros antes dele contribuíram da mesma forma que ele mesmo contribuiu para o próximo presidente.

Seja lá quem for, o próximo presidente será péssimo em determinados pontos, médio em alguns, e ótimo em outros [até Vargas, “o deus”, foi assim].

A verdade [a minha, claro] é que a falsa guerra marqueteira que estamos vendo não chega nem perto da verdadeira batalha: por cargos, ministérios, altos salários, administração de estatais, lucro, aumento de impostos, ressurreição da CPMF, etc., etc., etc.

O lance do marketing é apenas uma cortina de fumaça… e quem cair nela, lamento, deixará de enxergar os verdadeiros propósitos de qualquer eleição que já se fez nesse país: poder.

Ah, era mais ou menos isso [acho um saco ler e-mail grande… se quiser, apague],
Charles

Sobre as coisas “estranhas” a que me referi dois posts atrás, encontrei a resposta.

Interessante como tudo passa a fazer sentido.

Não quero/posso compartilhar isso aqui, pois é algo muito pessoal [o suficiente para eu nem estar escrevendo aqui. Mas, como não quero desagradável, resolvi vir aqui e dar, mais uma vez, a cara a tapa].

Essas coisas funcionam meio que como uma jornada pessoal. Você tem que descobrir sozinho. Tem que seguir as pistas e percorrer, por si só, o caminho todo.

Bom, era isso, ou mais ou menos isso que tinha para falar.

Até.

Apaixonado

Publicado: 12/10/2010 em Uncategorized

No momento, estou apaixonado por este anime que venho assistindo, “精霊の守り人” (em romaji: “Seirei no Moribito”, que significa “Guardião do Espírito”), uma série de novelas fantásticas escritas por Nahoko Uehashi.

O desenho, como pode-se constatar abaixo, é uma obra de arte em vários aspectos. Além da excelente história, foi produzida uma animação perfeita, com trilha sonora e pintura únicas.

Se nunca assistiu anime e quiser começar muito bem, tente Seirei no Moribito.

Música tema:

 

Letra:

KAOKAO HOIHOI
Koshi no itasa ni kono ta no hirosa
Hana saki tsuki no hi no nagasa
Tanbo tagayase kuwairero
Ina momi make ya nae moe ya se
NAAJI koikoi
Kurokumo ni natte kita no yama kara tonde koi

KAOKAO HOIHOI
Kobore ine demo sore urete oke
Aki nya go koku no kome ga naru
Tanbo uruose mizu wo hike
Nae wo uero ya ta wo somero
NAAJI kuekue
Kawazu wo kueba korokoro koete genki ni toberu

KAOKAO HOIHOI
Taoyame shuu ga KETSU wa mikureba
Masura omakeji to maekagami
Tanbo mihare ya nae fumu na
Dote wo norikoe kusa mushire
NAAJI yukeyuke
Tama sara kuwae tsume no kanata ni maiagare

KAOKAO HOIHOI
Asu wa hiyori ka fubuki ga ame ka
Miyare ao kiri usugumori
Tanbo karasu na mizu wo yobe
Ine wo sodatero koe irero
NAAJI tobetobe
Umi made tobeba amefuri inaho wa sukusuku sodatsu

 

Screenshots:

Página Oficial: www.moribito.com

Não, eu não sou louco.

Mas até que ponto você se consideraria normal se experimentasse coisas que a maioria das pessoas nem faz ideia?

Se visse, ouvisse, sentisse coisas que as pessoas ditas “normais” não vêem, nem ouvem e nem sentem?

Você contaria isso a alguém?? Teria coragem de expor uma vulnerabilidade dessa natureza? Mesmo correndo o risco de ser chamado de louco?

São muitas as dúvidas… E, para dizer a verdade, acho que estou bem longe de sequer chegar perto de qualquer verdade que se aplique a isso [se é que há alguma].

Não sei se posso considerar isso um dom, ou uma maldição. Sei lá…

É difícil fechar os olhos e ignorar coisas [?] que saltam à vista… Coisas que se fazem presentes mesmo quando você finge que elas não estão lá.

Você faz ideia do que eu estou falando? Se faz, que bom! Aproveite e me conte… Porque talvez nem eu mesmo saiba.

Para ser sincero, acho que nem eu mesmo quero saber.

Tudo o que eu sei é que ‘eles’ estão por aí… tryin’ to get my attention.

Já falei demais.

Antes [de qualquer coisa, claro] quero ressaltar que eu odeio música eletrônica… mas amo uma boa piada! rs

A piada da vez foi passada pela Fernandinha, e só vai achar graça quem assistiu novelas pelo menos de 1990 para cá.

Enquanto você dá uma olhadinha, vou ali tomar um banho porque quase me mijei de rir da Bia Falcão de novo!

[Não toco em NADA! Para não me contagiar!! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk]